sábado, 3 de setembro de 2011

Diocese prepara festa para encerrar as Santas Missões Populares

Enquanto noventa missionários, entre padres, religiosos e leigos, vindos de todas as partes do Brasil percorrem ruas, avenidas, becos, escolas, residências, presídios, abrigos e hospitais da cidade de Itabuna, em caminhadas penitenciais a partir das 5h30 da manhã, anunciando o Evangelho de Jesus Cristo às famílias, uma comissão trabalha para tornar a Missa da Perseverança e de encerramento das Santas Missões Populares (SMP) um verdadeiro marco na história da Igreja itabunense, no Sul da Bahia.

O bispo dom Ceslau Stanula, juntamente com o clero, os religiosos redentoristas, coordenadores e pregadores das Santas Missões, e o secretário municipal de Comércio e Turismo, Carlos Leahy, definiu o estacionamento da Câmara Municipal, na Praça Rio Cachoeira, como o espaço para a celebração que acontece no domingo, 4, a partir das 15h.

Para a mudança, foi levada em conta, além da facilidade do acesso para os fiéis de todos os bairros de Itabuna, a instabilidade do tempo que, de acordo com agências climáticas, prevê ocorrências de chuvas até o próximo sábado (3). “Devido à magnitude da celebração, tínhamos que pensar, principalmente, nessas previsões que poderiam comprometer o acesso dos fiéis ao local do evento”, argumentou o bispo.

Se a festa de abertura das Santas Missões deixou marcas de fé e emoção nos milhares de Itabunenes que acorreram à Praça Rio Cachoeira, no último dia 24, para participar da Celebração Eucarística do Envio Missionário, pelo que estão planejando a comissão organizadora, o próximo domingo vai ser um dia histórico para a comunidade cristã católica do Sul da Bahia.

Para tanto, estão sendo mobilizados fiéis e representantes de diversos segmentos da comunidade itabunense, bem como de diversas cidades do interior da diocese que já manifestaram interesse em comungar deste momento com os católicos de Itabuna. Além da Missa, dezenas de jovens estarão participando da celebração com coreografias e encenações.

Fonte: CNBB

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Evento em São Paulo debate a liturgia em tempo de missão

A arquidiocese de São Paulo (SP), Região Episcopal Ipiranga, promove a Semana de Liturgia intitulada “A liturgia em tempo de missão”. O objetivo do encontro é a formação de agentes da pastoral litúrgica no Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo). O evento recebe 300 pessoas e acontece no Santuário São Judas Tadeu, de 29 de agosto a 1º de setembro, e é organizado pelo frei Carlos Vicente de Lima.

Os palestrantes convidados e os temas abordados foram: dom Edmar Perón, bispo auxiliar de São Paulo, “O ano litúrgico como instrumento de evangelização”; padre José Carlos Sala, assessor de Música Litúrgica da CNBB, “Liturgia e canto”; padre Antônio de Lisboa, “Liturgia à luz da Verbum Domini”, e o padre Valeriano Costa, “Ministério, liturgia e mistagogia”. A Semana de Liturgia também contou com a presença do bispo referencial para Região Ipiranga, dom Tomé Ferreira da Silva.


Fonte: CNBB

Regional Sul 3 estuda a “Missão na Cultura Urbana”

Nos dias 27 e 28 de agosto aconteceu em Porto Alegre (RS) o Encontro de Formação e Animação Missionária do Regional Sul 3 da CNBB (Rio Grande do Sul), que reuniu as 18 dioceses do estado e 60 pessoas. Durante o encontro foi estudado o tema "A missão na cultura urbana" tendo como base as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE).
 
As dioceses tiveram espaço no evento para abordar a realidade missionária nas bases. Por meio do método luzes (pontos positivos) e sombras (negativos) relataram a situação da missão aos participantes. "Temos uma escola missionária, realizamos retiros missionários e formação; produzimos subsídios sobre a temática e fazemos visitas contínuas às famílias por meio da Pastoral da Visitação", apresentou a diocese de Osório.
 
"Na diocese há um Conselho Missionário Diocesano bem estruturado, temos um fundo missionário para manter os projetos e elaboramos material para as Santas Missões Populares (SMP), porém, faltam Conselhos Missionários Paroquiais", expôs a diocese de Caxias do Sul.
 
Outro momento importante do encontro foram os testemunhos missionários. Cerca de 18 pessoas, integrantes das dioceses de Vacaria, Passo Fundo e Caxias do Sul fizeram no mês de julho desse ano as SMP em Santa Isabel do Rio Negro (AM). Esse grupo fez encontros de estudo e preparação antes da missão, e fará uma pós-missão no mês de dezembro. O seminarista Marciano, da Diocese de Vacaria deu testemunho das experiências missionárias feitas por ele e pelo seminarista Leandro, em Santarém e Manaus no mês de janeiro desse ano.
 
O diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), por sua vez, padre Camilo Pauletti, mostrou um vídeo e deu testemunho de sua visita na Missão assumida pela Igreja do Brasil no Haiti. Ele avaliou o encontro como oportuno para a discussão da temática missão nas suas mais diversas vertentes. "Foi importante o estudo sobre a missão na cultura urbana, mas também a partilha das atividades de cada diocese e de testemunhos missionários, seja de Moçambique assim como no norte do nosso país", afirmou.
 
Ainda durante o encontro, padre Camilo falou sobre as Pontifícias Obras Missionárias, o material do mês missionário e do projeto Haiti. "Foi muito bom o encontro, percebe-se que a consciência missionária vem crescendo. O interesse de tornar nossa Igreja mais missionária envolvendo mais pessoas é forte, além da adesão às DGAE, à solidariedade com Igrejas mais pobres e a disposição das pessoas experimentarem a missão além-fronteiras, têm aparecido como sinais de esperança", avaliou.
 

Fonte: Revista Missões
Local: Porto Alegre (RS)  
  

São Paulo realiza o seu 31º Encontro Missionário Estadual

O Conselho Missionário do Regional Sul 1 da CNBB, (Estado de São Paulo), realiza, neste fim de semana, dias 2 a 4 de setembro, no Centro de Formação para o Apostolado de Santos (CEFAS) - Casa de Retiro Dom David Picão, na cidade de Santos, seu 31º Encontro. A programação do encontro está organizada tendo como tema central "Missão e Comunicação", abordado em três etapas: o ser humano como ser comunicacional; espiritualidade e teologia da comunicação; processos e meios de comunicação. Os trabalhos serão assessorados por especialistas na área da comunicação e missão. A programação prevê ainda, debates e partilha em grupos de trabalho, testemunho de vivências missionárias, celebrações e apresentações culturais. Segundo o coordenador do COMIRE, Robson Ferreira, os encontros estaduais servem para reforçar a articulação e a animação missionária de todas as 41 dioceses paulistas. Acontecem a cada ano e contam com a participação dos Conselhos Missionários Diocesanos - COMIDIS, Infância e Adolescência Missionária - IAM, Juventude Missionária - JM e de representantes de diversos organismos missionários da Igreja. A última edição do evento foi realizada em agosto de 2010, na diocese de Presidente Prudente, SP.
 

Fonte: Comunicação - COMIRE Sul 1 - Jaime C. Patias

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Entre Jovens!Caracterizados!=D



Robson, Valesca Montenegro e Marjorie Fonseca

Robson, Marjorie, Valesca e pe. Pedro Facci







Ediçao de Setembro - O pão nosso de cada dia


Anchietanum convida:


Jovens cristãos protegem os muçulmanos em oração e em festa de Eid, no fim do Ramadã

Os jovens cristãos de Papua são empenhados hoje como sentinelas para garantir segurança a todas as comunidades muçulmanas que rezam e jejuam pelo fim do Ramadã e para que as comemorações em Eid, previstas para hoje, se realizem pacificamente. É o que ocorre na Papua (também chamada Irian Jaya), província indonésia na qual os cristãos são mais de 65% da população, em maioria protestantes. O gesto, marcado pelo diálogo e pela amizade inter-religiosa, recorda os serviços de vigilância organizados por grupos muçulmanos moderados depois dos atentados a igrejas indonésias, ocorridos nos últimos anos.

Como informado à Fides pela Igreja local, os líderes das diversas comunidades cristãs de Papua pediram aos jovens que manifestem respeito e amizade pelos fiéis muçulmanos (que são grande maioria na Indonésia), controlando a observância da oração e do jejum na festa de Eid, que encerra o mês sagrado do Ramadã. O apelo se fez necessário por causa dos episódios de violência e criminalidade e do clima de tensão que recentemente perturbaram a atmosfera na sociedade de Papua. Os líderes cristãos de Jayapura (capital da província) disseram publicamente que “desejam colaborar com as autoridades e com os líderes muçulmanos para ter uma cidade segura e tranquila”, deplorando todo ato violento realizado por elementos cristãos ou muçulmanos, que ameaçam a harmonia social.

Como informado à Fides por fontes católicas na Indonésia, momentos de compartilha, de festa e de amizade inter-religiosa, por ocasião da Eid, são organizados também na arquidiocese de Semarang e em Jacarta. Em Bekasi, subúrbio de Jacarta conhecido pela presença de grupos fundamentalistas islâmicos e episódios de tensão entre muçulmanos e cristãos, os fiéis católicos da Igreja de São Bartolomeu rezaram pelos fiéis muçulmanos que celebram o Eid, na esperança de que o Eid “possa trazer benefícios espirituais aos irmãos de religião islâmica e às relações entre fiéis de crenças diferentes”.

Fonte: Agência Fides
Local: Jayapura - Indonésia

Dez anciãs missionárias que ofereceram a vida pela missão em Taiwan continuam a iluminar os jovens de hoje

No Nazareth Spiritual Center das Franciscanas Missionárias de Maria (FMM), da Diocese de Hsin Chu em Taiwan, vivem dez religiosas simples, mas ao mesmo tempo extraordinárias. São idosas de idades entre 88 e 99 anos, extraordinárias porque provêm de diversos países do mundo e dedicaram suas vidas à missão em Taiwan, ocupando-se sobretudo dos jovens e das crianças da ilha. Já consideram Taiwan como sua pátria. Segundo informações recebidas pela Agência Fides, ancora hoje, apesar da idade avançada, as missionárias continuam a ajudar os jovens, principalmente os que se afastaram, a reencontrar seu caminho na vida, com paciência e ternura especiais. Como afirma a superiora do Centro Nazaré, as irmãs "serviram Taiwan em silêncio, amor e dedicação".

Segundo informações oferecidas pela província religiosa de Taiwan, as Franciscanas Missionárias de Maria, FMM, congregação internacional fundada em 1877, são hoje cerca de 7.000, de 81 nacionalidades, divididas em 51 províncias em 77 províncias ou territórios do mundo. Começaram a missão na China em 1890. As 7 FMM mártires mortas em 9 de julho de 1900 em Tai Yuan, na província de Shan Xi, na China Continental, foram canonizadas por Papa João Paulo II em 2000. Em 1950 as irmãs foram obrigadas a se transferir para Taiwan, Hong Kong e Macau. Em 19 de março de 2010 as 57 irmãs da província de Taiwan comemoraram com emoção seus 50 anos de missão em Taiwan. Hoje elas são ativas no campo do serviço social (pobres, marginalizados, anciãos e doentes), educativo, da saúde e da pastoral paroquial.

Fonte: Agência Fides
Local: Taiwan

Juventude sustentável

O clichê mais politicamente correto hoje é Sustentabilidade. Repete-se em todas as mídias diariamente essa palavrinha mágica que dá contornos de benevolência a qualquer texto esdrúxulo. No Google são 14,7 milhões de resultados para "Sustentabilidade”. No site da folha, de primeiro de janeiro deste ano até hoje (25/08/2011) – 236 dias – são 167 ocorrências, uma a cada 1,4 dias. Definir sustentabilidade seria incorrer na mesma redundância, tamanho a dedicação de "especialistas” que surgem a todo momento para apresentar um novo conceito. Mais do que uma mudança de sistema econômico, de modus operandi, sustentabilidade é uma mão na consciência.

Por séculos, matemáticos, antropólogos e posteriormente os denominados economistas lutaram para entender e desenhar modelos que reproduzissem e facilitassem o entendimento e articulação de políticas para conduzir as atividades humanas. Falharam todos os que definiram que desenvolvimento era crescimento, e ainda mais os que definiram como fonte do crescimento o aumento do consumo das pessoas. As sociedades de consumo em massa são a maior prova que o desenvolvimento pensado nessa linha é findo tão logo a escassez de recursos (e de consumo) abocanhe qualidade de vida.

Então o que nos cabe, como jovens e cidadãos de um mundo interconectado, que divide-se em fronteiras "desrespeitadas” pela natureza? A nós, JOVENS, cabe disseminar no dia-a-dia a mão na consciência.

Filhos melhores para o mundo é o que devemos ser. Agentes da mudança de uma cultura devastadora é o que podemos ser. Dada a limitação de recursos, os crescentes problemas de poluição, a intervenção ambiental desmedida – seja na cidade urbanizada ou na floresta – se torna cada vez mais um vetor de caos econômico. Isso mesmo, pra ficar apenas no âmbito de "o que pesa é o bolso” as atitudes tomadas corriqueiramente pela população sem orientação causam prejuízos a si próprios. O trânsito, o rio poluído, as enchentes, as explosões nos lixões…, tudo isso é reflexo da falta da mão na consciência, e da consciência de que essa falta é contra o próprio bolso.

Atitudes sustentáveis são, por exemplo, o uso de transportes coletivos e da bicicleta; a separação e correta destinação do lixo; a escolha por produtos com embalagens reutilizáveis; a economia de água e energia. Atitudes simples que fazem toda a diferença.

Mas o papel da juventude vai mais além; incentivar a política pública a prover os recursos necessários para essa mudança de hábito, como a construção de ciclovias, disseminação da coleta seletiva, melhorias no transporte coletivo. E uma constatação é o fato de que em geral os países que mais consomem e poluem são os que mais estão conectados na internet. É poder do Jovem, principal usuário dessa ferramenta, encampar a disseminação dessa mão na consciência. A juventude deve ter a voz ativa na alteração do rumo atual, ou não haverão novas juventudes por vir.

Fonte: Blog de JVOZ - Observador Político  -  Bruno Negri - *Analista de negócios, estudante de ciências econômicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina - ADITAL

Manifestação em Brasília pede a aprovação do Estatuto do Nascituro

Debaixo de um sol de 33 graus e com a umidade relativa do ar em 20%, mais de mil pessoas se reuniram em frente à Biblioteca Nacional, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), para participar da 4ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, que neste ano teve como tema “Quero viver! Você me ajuda?”. A marcha é uma iniciativa do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto.

A todo o momento os manifestantes, que ocuparam ordenadamente duas faixas da Esplanada dos Ministérios, gritavam palavras de ordem pedindo o fim do aborto no país e a aprovação do Projeto de Lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro, dos ex-deputados federais Luiz Bassuma e Miguel Martini, que tramita no Congresso Nacional.

Segundo a presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto, doutora Lenise Garcia, o objetivo da manifestação foi pleitear junto ao Congresso Nacional a aprovação do Estatuto do Nascituro. “Viemos hoje a Brasília pedir a aprovação imediata da PL 478/2007. Este estatuto garante uma série de direitos à criança, desde a concepção ao término natural da vida, estipula garantias para a mãe grávida, e outras medidas de proteção da sociedade”.

Marília de Castro, coordenadora do Movimento em São Paulo (SP), falou da importância que o movimento tem alcançado e destacou a experiência bem sucedida das manifestações no estado. “O primeiro ato público em defesa da vida da criança aconteceu na Sé, em São Paulo, à época reunimos mais de 15 mil pessoas. Uma verdadeira demonstração de amor a vida e de indignação com quem pratica o aborto. Desde então, as manifestação recebem cada vez mais pessoas. O que devemos destacar é que é um movimento suprareligioso e suprapartidário, ou seja, é um movimento da sociedade brasileira”.

O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, padre Rafael Fornasier, explicou que a importância desse ato por ser ecumênico, reunindo católicos, espíritas, evangélicos e até ateus. “É significante socialmente essa manifestação, pois reúne diversas denominações, que defendem a vida, desde o seio materno, até o seu termino natural; é uma mensagem para a sociedade brasileira. Não é uma questão apenas de religião, mas uma questão moral, ética e que envolvem todos os cidadãos, todas as classes, principalmente os políticos. A nossa luta, enquanto Igreja é propor a vida, a beleza da vida e levar essa mensagem para todo o mundo”, destacou.

“O Brasil já tem leis aprovadas como o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estatuto do Idoso e já existe proposta para aprovar o Estatuto da Juventude. Chegou a hora de o país ter o seu Estatuto do Nascituro, que já foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família, mas precisa ser aprovado também por mais duas Comissões na Câmara dos Deputados”, disse o ex-deputado, Luiz Bassuma.

A integrante de projetos sociais e de evangelização Jamila Macedo disse que os manifestantes querem mostrar à população que o aborto é um crime. “Se ainda existem divergências quanto ao início da vida, não podemos correr o risco de deixar que centenas de crianças morram até ser decidido”, disse.

Os organizadores da marcha pretendem entregar ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), mais de 50 mil assinaturas pedindo a aprovação do Estatuto.


Fonte: CNBB

Jornada da Criação: Ocasião para renovar nosso compromisso

O Conselho Mundial das Igrejas está convidando cada um de nós a rezar e refletir sobre os dons de Deus na natureza, e renovar nosso compromisso em zelar pela Criação e utilizá-la com bom senso.

O CMI reafirma seu apelo a defender a eco-justiça e insiste na necessidade de agir para resolver problemas como a poluição e as causas que determinam as mudanças climáticas.

A idéia de dedicar um tempo de oração pela Criação vem desde 1989, quando o Patriarca Ecumênico de Constantinopla proclamou o 1º de setembro como Jornada de oração pela terra e seus ecossistemas.

A data foi escolhida porque setembro é o mês em que começa o ano litúrgico ortodoxo: um momento oportuno para chamar a atenção dos fiéis para os primeiros versículos da Bíblia, que se referem justamente à Criação.

O fato que este período se dilate até 4 de outubro quer ser um convite à oração e à meditação dirigido aos católicos romanos e de outras tradições que comemoram naquela data São Francisco de Assis, padroeiro, entre outras coisas, dos ecologistas.
 

Fonte: Rádio Vaticano
Local: Genebra

Aumenta consumo de droga entre jovens nas Ilhas Maurícius

O narcotráfico chega mesmo nos lugares mais remotos. Um relatório das Nações Unidas, de 2010, sobre o uso de drogas, alerta para o consumo de entorpecentes entre crianças na Ilha Maurício, este que é um pequeno país insular do Oceano Índico, pertencente ao continente africano.

Operadores sociais e centros de assistência estão registrando um aumento do uso de drogas entre jovens já a partir dos 11 anos de idade, que iniciam com drogas leves, mas, em média, quatro anos depois, passam às drogas pesadas, como heroína e similares. A Ilha Maurício, aliás, têm um recorde do qual pouco pode orgulhar-se: o país registra a maior taxa de consumo de ópio da África, o que representa 2% de uma população de um milhão e duzentos habitantes.

O país dispõe de um centro público para o tratamento de drogadição, é o Idriss Goomany, onde 600 adolescentes são atendidos. O Diretor confirmou o aumento no número de toxicodependentes jovens e fez a comparação de que, antigamente, os pacientes tinham, na sua maioria, mais de 25 anos, enquanto agora a média fica em 16 anos. Ele considerou como causa do fenômeno a pobreza.

Ele explica que o governo tenta reduzir o tráfico de drogas concentrado-se na prevenção, no tratamento e na reabilitação, e houve, até mesmo, um aumento no número de traficantes presos nos últimos dez anos. Os operadores sociais, porém, dizem que as medidas não são suficientes; há muitas crianças abandonadas às ruas, sem estudo, sem atividades, sem perspectiva de futuro. Eles também fazem a sua parte, mediando encontros semanais para discussão dos riscos do consumo de drogas.
 

Fonte: Rádio Vaticano
Local: Nova York

Jornadas de Estudantes debatem comunicação e contexto histórico

A partir de hoje, a Universidade de Buenos Aires (UBA) recebe a sexta edição das Jornadas Nacionais de Estudantes de Comunicação "Demolindo Teles”. O encontro, que segue até o próximo sábado (3), tem como objetivo fomentar a análise do campo da comunicação e discutir, com os futuros comunicadores, o contexto histórico-social em que se encontram. O evento é realizado anualmente por grupos de estudantes das Universidades de Quilmes, La Plata, Comahue e Buenos Aires.

"Propomos construir uma voz crítica sobre as problemáticas de nosso campo profissional, sobre nossa experiência acadêmica, sem deixar de lado os grandes problemas nacionais, já que consideramos que a intervenção política a partir do ‘campo intelectual’ não pode ser abstraída do contexto histórico-social que a rodeia”, assinala o texto de apresentação da Jornada.

De acordo com os estudantes, com seis anos de realização, essa experiência tem provocado discussões essenciais, como o campo profissional do jornalista e suas condições de trabalho, assim como os meios de comunicação e a construção da agenda. Além desses, comunicação alternativa, novas produções audiovisuais, contracultura, software livre também foram apontadas como temas relevantes pela organização do evento.

Sobre o campo de estudo da comunicação, os organizadores destacam que é preciso ampliar a área, indo além dos meios de comunicação de massa, e voltar-se para a reflexão sobre os modos de produção da cultura. "Não aceitamos a concepção mercantil de comunicação, que supõe a formação de mão-de-obra funcional para as empresas culturais”, posicionam-se.

No primeiro dia de debate, os temas serão Conjuntura Nacional e Jornalismo Militante. Na sexta-feira (2), as mesas de debate serão divididas nos temas Sindicalismo e Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual. Entre as duas conferências, haverá oficinas com os temas "Jornalismo Econômico” e "Gênero e estratégias comunicacionais”.

No sábado (3), a atividade inicia uma oficina sobre streaming. Em seguida, haverá uma reunião aberta sobre planos de estudo de comunicação. "O que falta e o que sobra em nossas carreiras?” será o questionamento central desse momento. O debate final versará sobre Arte Militante. De forma paralela, haverá durante todos os dias de Jornada intervenções, projeções e mostras. Uma festa marcará o encerramento.

Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual

Aprovada em 2009, a Lei cria importantes mecanismos de ruptura com o monopólio comunicacional no país. A legislação, por exemplo, reduz de 24 para 10 o limite das concessões de rádio e TV em mãos de um mesmo dono. Além disso, proíbe que donos de canais de TV aberta possam explorar também a TV a cabo na mesma região geográfica de transmissão.

Para mais informações: http://www.demoliendoteles2011.blogspot.com/

Fonte: Adital - Camila Maciel