sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Mensagem do diretor das POM para o Dia Muncial das Missões

A Igreja lembra em outubro, o Mês Missionário. No penúltimo domingo, dia 21, celebramos o Dia Mundial das Missões. Neste fim de semana, gostaríamos que todos vivessem este tempo propício com fé e em unidade.

É um momento forte para a ação missionária em todo o mundo. Todos os cristãos devem sentir o compromisso com o trabalho missionário. É tempo de manifestar nossa solidariedade. A oferta ou coleta missionária é a forma concreta do nosso apoio para as Missões. Somos convidados a motivar e incentivar as pessoas, em nossos grupos e nas celebrações das comunidades, da importância deste gesto concreto.

São milhares de projetos no mundo, que dependem da nossa ajuda. Em países do continente africano, por exemplo, é a única ajuda que recebem através da coleta que as Pontifícias Obras Missionárias (POM) encaminham e chega até os irmãos mais pobres. Sabemos que há necessidades em nosso meio, mas não podemos fechar-nos e deixar de olhar além, pois existem outras realidades com mais carências.

O tema deste mês missionário é muito sugestivo: "Brasil missionário, partilha tua fé". Temos um bom número de missionários brasileiros que atuam além-fronteiras. Faz bem repartir o recurso humano e nossa oração, mas precisamos também repartir o recurso econômico com a nossa oferta. Sabemos que podemos colaborar mais daquilo que já estamos fazendo. Deus tem sido generoso conosco. Como nós partilhamos ou retribuímos a Deus, tudo o que Ele tem nos dado?

O Papa Bento XVI em sua Mensagem ao Dia Mundial das Missões, nos convida a um compromisso maior ante as necessidades do mundo. A fé é dom que nos foi concedido para ser partilhado e que dê frutos, mas a fé deve se transformar em caridade. "Ai de mim, se eu não evangelizar" (1 Cor.9,16).

Sejamos sensíveis, pois, vamos abrir nosso coração e colaboremos com a Missão da nossa Igreja.

Maria, missionária do Pai, nos deu grande testemunho de serviço e partilha. Sigamos seu exemplo e sejamos missionários como Jesus pediu: "Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinai-os a guardar todas as coisas que vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos (Mt 28, 19 - 20)".

Padre Camilo é diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias do Brasil.

Fonte: Camilo Pauletti / POM

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Lançado CD com o Hino da CF 2013

Já está disponível nas livrarias católicas do Brasil o CD com o Hino da Campanha da Fraternidade de 2013 e os cantos para a quaresma do ano C. Desde 2006, por decisão dos bispos do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP), o CD traz o hino da Campanha da Fraternidade e o repertório quaresmal correspondente a cada ano.

A Campanha da Fraternidade 2013, que tem por tema “Fraternidade e Juventude”, e lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Cf, Is 6,8) , teve seu hino escolhido a partir de concurso aberto para todos que desejassem participar. A canção foi composta para servir durante encontros, debates, seminários, palestras e estudos sobre a temática em questão. O CD contém outras faixas inéditas para as celebrações da quaresma do ano C, além de músicas para o trabalho de evangelização com a juventude.

O assessor de Música Litúrgica da Conferência Nacional dos Bipos do Brasil (CNBB), padre José Carlos Sala afirma que, de acordo com suas potencialidades, “as equipes de canto e música escolherão o melhor meio para apropriar-se desse rico repertório quaresmal que aparece no CD e no Hinário Litúrgico da CNBB e ajudar os fiéis na assimilação dos cantos próprios deste tempo”.

“Que o hino da Campanha da Fraternidade e os cantos próprios para o trabalho de evangelização com os jovens ajudem no processo de reflexão da realidade da juventude no Brasil e sejam sinal de alegria e comunhão eclesial”, disse o assessor.

Fonte: CNBB

Confederação Nacional de Cooperativas de Trabalho realiza Encontro de Jovens na Argentina

Fortalecer as organizações cooperativas a partir da participação juvenil. É com esse objetivo que a Confederação Nacional de Cooperativas de Trabalho (CNCT) realiza, nos dias 25 e 26 de outubro, o 1° Encontro Nacional de Jovens. O evento ocorrerá no Centro Recreativo Bosques de Ezeiza, na província de Buenos Aires, Argentina.

O Encontro reunirá pesquisadores/as e referências nas áreas de direitos humanos, saúde, educação, economia e juventude. A programação de dois dias contempla atividades como apresentações culturais, feiras, exibição de vídeos, oficinas e discussões.

"O objetivo principal do evento será propiciar um âmbito de encontro para os setores mais dinâmicos do cooperativismo de trabalho, com vistas a fortalecer as organizações a partir da reflexão, a capacitação e o compromisso”, destaca nota da Confederação sobre o evento.

A proposta do Encontro é mobilizar os/as jovens para que se capacitem e participem das ações ligadas ao cooperativismo, além de incentivar a formação dos/as jovens e a análise crítica das políticas públicas. De acordo com a Confederação, o evento também tem o objetivo de formar uma "mesa Federal de juventude da CNCT que seja um espaço onde os jovens integrantes discutam e propagam políticas, atividades, projetos produtivos, lúdicos, culturais, entre outros, em cada âmbito local”.

Programação

As atividades começarão na manhã do dia 25, com recepção dos/as participantes e cerimônia de abertura. À tarde, as discussões serão sobre: "Direitos humanos da nova geração e o debate sobre a juventude na Argentina”, com a presença de representantes da Secretaria de Direitos Humanos, do Ministério de Educação e da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais; "O uso social das novas tecnologias. Redes sociais meios de comunicação”, com a participação do diretor do Canal 7, Tristán Bauer, e de representante da Federação Argentina de Cooperativas de Trabalho de Tecnologia, Inovação e Conhecimento; e "A economia na Argentina e no mundo de 2003 a 2012”, com pesquisadores/as da área de economia.

Ainda no dia 25, os/as jovens poderão participar das oficinas: "Como pensar um projeto produtivo”; e "Gestão cooperativa”. Em seguida, apresentações culturais e atividades lúdicas fecharão o primeiro dia de encontro.

No dia seguinte, a programação prossegue com o debate "Capacitação e prevenção às drogas”, com especialista no assunto. Outro tema será "História dos trabalhadores na Argentina e história dos trabalhadores autogestionados”, com José Sancha, da CNCT e representantes de outras entidades.

Outras oficinas programadas para o segundo dia são: "Os jovens e sua participação política”, "Modelos organizativos dos jovens”, e "O papel dos jovens na CNCT: desafios e expectativas”. O evento terminará no final do dia com uma plenária.

Mais informações em: http://www.cnct.org.ar

Fonte: Karol Assunção - Adital

Semana Missionária para párocos e vigários: “a paróquia numa Igreja em estado permanente de Missão”

Com o tema “A Paróquia numa Igreja em estado permanente de Missão” acontece na sede do Centro Cultural Missionário (CCM) em Brasília, a 3ª Semana Missionária para Párocos e Vigários, encontro que teve início na segunda-feira, 15, e segue até sexta-feira, 19.

A formação, realizada pelo CCM em parceria com as Pontifícias Obras Missionárias (POM), reúne 23 sacerdotes de várias regiões do país. A iniciativa tem o objetivo de refletir sobre a possibilidade da paróquia tornar-se efetivamente missionária, através de uma formação adequada de seus agentes, de uma reestruturação de seus âmbitos, de uma evangelização efetiva em seu contexto sociocultural e de uma animação missionária que a projete na cooperação intereclesial.

Os sacerdotes refletem de modo específico sobre o redescobrimento do seu ministério à luz da perspectiva missionária; sobre a paróquia missionária; o fortalecimento da consciência missionária e a prática evangelizadora sempre mais próxima, inculturada, com horizonte universal.

Na prática, é um passo para aprimorar o trabalho evangelizador na formação de discípulos missionários através da espiritualidade da ação missionária, conforme pede o Documento de Aparecida (DAp). “Com o coração aberto a todas as culturas e a todas as verdades, cultivando a capacidade de contato humano e diálogo”.

De acordo com o padre José Cícero, da arquidiocese de Maceió (AL), esse curso é indispensável para o amadurecimento da dimensão missionária no seio da paróquia. Ele desenvolve trabalhos missionários em sua paróquia há um ano e meio. “Todos os meses fazemos Missão e, neste curso, estou buscando novos métodos e reavaliando o que eu faço nas bases para aprimorar a ação de levar a Palavra de Deus às pessoas”.

O padre Neimar Aloísio Troes, da diocese de Toledo (PR), representante do Conselho Missionário Regional do Paraná (Regional Sul 2) participa da formação “para perceber como nós enquanto estrutura, párocos, vigários, precisamos agilizar a vida missionária da Igreja de tal forma que continuemos a manter nossas estruturas, mas nos abrindo à Missão: indo ao encontro daquelas pessoas que nós não atingimos, que estão às margens da nossa comunidade, da nossa sociedade e da Igreja”.


Nesta quarta-feira, 17, o secretário da Pontifícia Obra de São Pedro Apóstolo, padre Sávio Corinaldesi, orientou o dia com o tema “A animação missionária na paróquia: chamados e enviados a todos os povos”.  De acordo com o sacerdote, a missão ad gentes também pode acontecer na paróquia a partir do próprio testemunho. “O padre é um sacerdote do mundo e ele deve zelar por isso. Quando ele parte, sai da sua terra e vai, torna-se um exemplo e testemunho para a sua paróquia”, disse.

O papel dos padres, bispos e leigos na Missão Ad Gentes

Padre Sávio afirmou que à Igreja, de modo especial aos padres e bispos, cabe a preocupação com aqueles que nunca ouviram falar de Jesus Cristo, que abandonaram a sua fé, e com aqueles que vivem o Evangelho. “Quanto de nosso tempo gastamos com 70% da população mundial que nunca ouviu falar de Jesus? Quanto gastamos com 25% das pessoas que abandonaram sua fé? E quanto gastamos com 5% dos fiéis que estão em nossas Igrejas?”, questionou.

A maioria dos sacerdotes não está interessada nesse tipo de discurso, afirmou padre Sávio. “Nossos padres, infelizmente, são formados para tomar conta de uma paróquia, para administrar ritos”. A Ásia, onde está a maior parte da população que não conhece o Evangelho, é tida como uma região que não é de nossa responsabilidade. “Nossos padres e bispos pensam: não é minha responsabilidade me preocupar com a China e a Índia, mas com os cristãos da minha paróquia e diocese”.

Com base no Documento Redemptoris Missio, carta encíclica do papa João Paulo II sobre o mandato missionário, padre Sávio falou sobre o papel dos bispos da Igreja para a evangelização no mundo.  “Os irmãos bispos são comigo diretamente responsáveis pela evangelização do mundo, quer como membros do colégio episcopal, quer como pastores das Igrejas particulares”. Padre Sávio salientou ainda que “nossos bispos não podem dormir enquanto esse mandato não for cumprido”.

Quanto aos padres, ele destacou que “é preciso um motivo muito sério para não serem missionários do mundo”. Ele também falou do papel do leigo na dimensão missionária. “O leigo não deve estar apenas no altar, ao redor do padre. É muito bonito sim, esteticamente, mas não corresponde ao mandamento de Jesus de ir e levar o Evangelho a toda a criatura. O lugar do leigo é no seio da sociedade, nas redações dos jornais, atuando em favor da comunidade”.

Hoje dia 18, o padre José Carlos Pereira, CP, mestre em ciências da religião e doutor em sociologia vai trabalhar o tema “A organização missionária da paróquia: desafios e perspectivas rumo a um novo padrão pastoral”. Na sexta-feira, último dia da Semana de Formação Missionária, o secretário executivo do CCM, padre Estevão Raschietti, vai abordar o tema “Elementos para uma espiritualidade missionária presbiteral”.

Fonte:  Fúlvio Costa - Assessoria de Imprensa Pontifícias Obras Missionárias
www.pom.org.br
E-mail imprensa@pom.org.br
pombrasil@gmail.com
(61)3340-4494 (Ramal 109)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Papa envia a Damasco Delegação para exprimir solidariedade ao povo sírio

Por sugestão do Sínodo, Bento XVI decidiu enviar a Damasco uma delegação, para exprimir a sua proximidade à população síria, testemunhar a solidariedade da assembleia sinodal e implorar que prevaleçam a razão e a compaixão perante os terríveis sofrimentos que subsistem após ano e meio de conflito.

“Não podemos ser simples espectadores de uma tragédia como a que se está a consumar na Síria” – declarou, intervindo ontem, terça-feira, à tarde, no início da reunião sinodal, o cardeal Tarcísio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, evocando o testemunho de alguns participantes no Sínodo dos Bispos em curso. A delegação vai incluir cinco participantes no atual Sínodo, nomeadamente os cardeais Laurent Mosengwo Pasinya, arcebispo de Kinshasa (República Democrática do Congo); Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, da Santa Sé; e Timothy Dolan, arcebispo de Nova Iorque, Estados Unidos da América. E ainda um bispo colombiano, outro do Vietnam, e D. Dominique Mamberti, Secretário para as Relações com os Estados, da Secretaria de Estado da Santa Sé.

Afirmou o cardeal Bertone: “Convictos de que a solução da crise só pode ser política e pensando nos ingentes sofrimentos da população, na sorte dos desalojados, assim como no futuro daquela nação, alguns de nós sugerimos que a assembleia sinodal exprimisse a sua solidariedade. O Santo Padre predispôs, assim, que uma delegação se desloque nos próximos dias a Damasco com o objetivo de exprimir, em seu nome e de todos nós: - a nossa solidariedade fraterna a toda a população, com uma oferta pessoal dos Padres sinodais, e também da Santa Sé; - a nossa proximidade espiritual aos nossos irmãos e irmãs cristãos, - o nosso encorajamento a todos os que estão empenhados na busca de um acordo que respeite os direitos e os deveres de todos, com especial atenção a quanto previsto pelo direito humanitário”.

Exprimindo a esperança de que, após as necessárias diligências do Núncio Apostólico junto das autoridades locais, a referida Delegação se possa deslocar a Damasco já na próxima semana. “Entretanto – concluiu o cardeal Bertone – rezemos para que prevaleçam a razão e a compaixão”.


Fonte: Rádio Vaticano

Ano da Fé: on line o site da Campanha de oração para a Evangelização

Está on line o site da Campanha de Oração para a Evangelização do mundo, criado pela Congregação para a Evangelização dos Povos e pelas Pontifícias Obras Missionárias, de modo especial pela Pontifícia União Missionária. O Santo Padre Bento XVI, recebendo em audiência no dia 11 de maio passado os Diretores Nacionais das Pontifícias Obras Missionárias (POM), em Roma para a Assembleia anual do Conselho Superior, destacou: “A missão hoje precisa renovar a confiança na ação de Deus; precisa de uma oração mais intensa para que venha a Seu Reino, seja feita a sua vontade assim no Céu, como na terra... Fico, portanto, bem feliz em encorajar o projeto da Congregação para a Evangelização dos Povos e das Pontifícias Obras Missionárias, em apoio ao Ano da Fé. Este projeto prevê uma campanha mundial que, através da oração do Santo Rosário, acompanhe a obra de evangelização no mundo e para muitos batizados, a redescoberta e o aprofundamento da fé”.

O site, que ainda deve ser terminado, apresenta-se em quatro línguas (italiano, inglês, francês e espanhol) e se divide em diversas seções: Oração pela Evangelização, Oração do Coração, Oração Mariana, Intenções de oração, Contribuições do mundo... Traz também uma entrevista ao Cardeal Fernando Filoni, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, que por ocasião de sua recente visita pastoral à República Democrática do Congo, ilustrou a iniciativa: “No Ano da Fé haverá muitos programas de aprofundamento teológico em todo o mundo, a partir de Roma até cada diocese. A Congregação para a Evangelização dos Povos considera que todas as atividades do Ano da Fé devem ser apoiadas por uma iniciativa silenciosa fundamental, que é o Terço para a Evangelização durante o Ano da Fé. Esta iniciativa convida todas as pessoas em apoiar, dia após dia, a evangelização dos povos que não conhecem a fé, daqueles que a rejeitam e/ou daqueles que a perderam”.

Fonte: Agência Fides
Local: Cidade do Vaticano

Visita missionária à Amazônia

Neste mês missionário, o secretário adjunto do Regional Sul 1 da CNBB e responsável do Projeto Missionário Norte 1 - Sul 1, padre Nelson Rosselli Filho foi entrevistado pelo jornalista Renato Papis, do Regional Sul 1. Ele relata sua visita missionária à Amazônia.
Durante oito dias, de 26 de agosto a 4 de setembro, o padre visitou os missionários e missionárias, mantidos pelo Projeto Missionário Sul 1 - Norte 1 na Amazônia.

Padre Nelson, quando começou a sua viagem? Quais as cidades da Amazônia que o senhor visitou?

Comecei a minha viagem no dia 26 de agosto. Cheguei em Tabatinga, AM, no dia 27 de agosto onde visitei Izalene Tiene e o padre Isaías Daniel. Partindo para Tefé, AM, encontrei Glória de Freitas e o padre Valdemar Aparecido dos Reis. Depois de uma viagem de 8h30 de lancha, partindo de Tefé para as cidades de Anori, AM, e Anamã, prelazia de Coari me encontrei com os padres Antônio França e Carlos Enrique dos Santos da Silva. No dia 4 de setembro voltei para São Paulo.

Quais as maiores dificuldades encontradas naquela região?

As maiores dificuldades encontradas são a questão indígena que passa pelo reconhecimento do direito à terra, pelo resgate a identidade cultural e pelo serviço de saúde; o avanço rápido das comunidades evangélicas nos rincões mais afastados; as migrações frequentes que levam a perder as raízes culturais e a fragmentação de valores; a exploração descontrolada da Amazônia e a cobiça de organizações estrangeiras; o fenômeno da urbanização, gerando desemprego, rincões de pobreza, sem infraestrutura de educação de saúde. Quanto a presença da Igreja na região amazônica, o maior desafio são os poucos recursos financeiros para desenvolver suas atividades evangelizadoras e certamente uma das maiores dificuldades encontradas é o número insuficiente de missionários, padres religiosos e leigos.

Fale-nos um pouco do Projeto Missionário? Quando nasceu?

Criado há 18 anos pelos Bispos do Estado de São Paulo, através do presidente na época, Dom Eduardo Koaik, o Projeto vem colaborando, com o envio de missionários(as) que doam, pelo menos, três anos de sua vida para a missão na Igreja da Amazônia. O compromisso do Projeto, que hoje reúne oito missionários, é com Igreja local, com a população amazônica, que deve fazer parte de nossos cuidados pastorais. Assim nasceu o Projeto Missionário cheio de entusiasmo e coragem.

Quais são as realidades concretas onde mais aparecem os bons resultados do trabalho dos missionários mantidos pelo Projeto?

Com o decorrer da minha viagem, me dei conta dos bons frutos do projeto para com a Igreja da Amazônia: Começamos com os números de missionários e de missionárias que o Projeto já enviou, foram mais de 70 entre padres, religiosas e leigas. A Izalene coordena uma comissão para trabalhar a Campanha da Fraternidade em Tabatinga, AM, e assessora a organização e formação dos cristãos leigos e leigas na Diocese. O padre Isaías é vigário paroquial em Tabatinga e está organizando o Serviço de Animação Vocacional Diocesano.
A Glória mora em Tefé e trabalha na Pastoral da Saúde; padre Antônio França atua como pároco da Paróquia Imaculada Conceição de Anori na Prelazia de Coari; padre Carlos Enrique é pároco do Santuário São Francisco de Anamã; padre Valdemar mora em Tefé, e trabalha como Vigário-Geral e no Centro Vocacional da Prelazia de Tefé e a Maria Soares de Camargo exerce seu trabalho missionário na diocese de Boa Vista, RR, junto com o bispo de Roraima, Dom Roque Paloschi.
Além disso, percebi o bom andamento do Projeto, sobretudo no trabalho desenvolvido pelos nossos missionários que visitei, inseridos no meio do povo e da cultura local e sua profunda comunhão e harmonia entre os missionários e o bispo da região.

Padre Nelson, sabemos que o maior e mais importante problema da região é o da terra, mas também existem outros problemas, como a questão indígena e o desmatamento. Como os missionários lidam com esses problemas no trabalho pastoral com os amazonenses?

Com certeza nossa presença na Amazônia visa o anúncio do Evangelho. Os nossos missionários estão presentes no meio das comunidades ribeirinhas, ajudando-os em suas dificuldades e sofrimentos do dia a dia e conhecendo a realidade amazônica, através da formação social, humanitária e religiosa, principalmente na animação pastoral e evangelizadora.
Voltemos, então, a sua visita. De tudo o que o senhor visitou quais as experiências mais marcantes?
Em geral as experiências mais marcantes nas comunidades nas quais visitei, foram o estilo de vida simples de nossos missionários: a humildade em ouvir, conhecer, partilhar e amar o povo amazonense e a espiritualidade dos missionários.

Quais os outros aspectos poderiam ainda ser mencionados da sua visita, nessa entrevista?

Recordo o encontro que tive com os Bispos das dioceses e prelazias das quais visitei. Pude também acompanhar por um dia a Viagem Missionária de Bispos à Amazônia que a convite do arcebispo militar do Brasil, Dom Osvino José Both, feita na Assembleia Geral da CNBB, alguns Bispos provenientes de diversas arquidioceses e dioceses viajam para Amazônia. Um outro aspecto que marcou, foi a passagem dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), na Paróquia São Raimundo Nonato, em São Raimundo, em Manaus e também minha ida à Colômbia e Peru (tríplice fronteira), onde visitei as comunidades de Islândia e Santa Rosa de Lima.

Como resumiria a sua visita de oito dias na Amazônia?

Essa viagem foi um momento de graças e bênçãos recebidas por Deus. Temos uma missão muito importante para com a Igreja Amazônica: principalmente o desafio que o Sínodo nos coloca: "Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã", levar o Pão da Palavra, da Eucaristia, da justiça social e reavivar o dom da fé com os nossos irmãos que ali vivem.

Qual mensagem poderia transmitir àqueles/as que desejam ser missionário/a?

A evangelização na Amazônia é um desafio que nos encanta. Conheça o nosso Projeto Missionário Sul 1 - Norte 1, enviando um e-mail cnbbs1@cnbbsul1.org.br. Lembro também a intenção missionária do mês de setembro "Ajuda às Igrejas pobres". Para que aumente nas comunidades cristãs a disponibilidade de enviar missionários e missionárias: presbíteros, religiosos e leigos como também recursos materiais, a fim de ajudarem as Igrejas mais pobres. Termino minha entrevista tendo a consciência de que nosso Projeto colaborará muito na evangelização das prelazias e dioceses que compõe o Regional Norte I. Peço o apoio de todos, principalmente na colaboração espiritual através das orações e na divulgação do projeto Sul 1 - Norte 1.

Fonte:  Renato Papis - CNBB - regional Sul 1

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Um estilo cristão de presença no mundo digital

Enormes oportunidades nas novas mídias para expandir as fronteiras da evangelização

Apresentamos abaixo a intervenção do pe. Marco Tasca, ministro geral da Ordem Franciscana dos Frades Menores Conventuais, na Nona Congregação Geral do Sínodo dos Bispos, em 13 de outubro de 2012.

Como sexto cenário a ser lido e decifrado neste Sínodo, depois dos cenários cultural, migratório, econômico, político, científico e tecnológico, os números 59 a 62 do instrurnentum laboris nos indicam o cenário da comunicação.

Aqui nós não apenas temos que observar a difusão massiva dos meios de comunicação, mas o fato de que hoje vivemos numa verdadeira cultura das mídias de massa.

Hoje, a maioria dos homens e das mulheres organizam a sua vida profissional e emocional, recreativa e relacional com base nos meios de comunicação, especialmente a internet e os smartphones. A mídia constitui, sem dúvida, uma grande oportunidade.

“Nos meios de comunicação”, escreve o beato João Paulo II, “a Igreja encontra um apoio precioso para difundir o Evangelho. Ela os emprega de bom grado para fornecer informações sobre si mesma e para expandir os limites da evangelização, da catequese e da formação, considerando a sua utilização como uma resposta ao mandamento do Senhor: ‘Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura’ (Mc 16, 15)" (Carta Apostólica de24 de janeiro de 2005, núm. 7).

É uma questão de descobrir que "existe um estilo cristão de presença no mundo digital" (Mensagem do Santo Padre Bento XVI para a XLV Jornada Mundial das Comunicações Sociais: Verdade, Anúncio e Autenticidade de Vida na Era Digital, 24 de janeiro de 2011), que hoje deve ser cada vez mais caracterizada como uma proposta de perfil de identidade (inclusive digital), coerente e acolhedor.

A nova evangelização é uma questão de novas relações, a partir das quais é possível transmitir o anúncio explícito de Jesus Cristo como o salvador único e universal. Se a mídia é, por definição, massiva, então a perspectiva cristã que deve operar na mídia tem que levar ao entendimento da pessoa na sua singularidade, no seu ser destinatário da revelação de Deus. Assim, nós temos que desfrutar das muitas oportunidades que as novas fronteiras do cenário comunicativo nos oferecem.

Fonte: Padre Marco Tasca 
Tradução: Zenit

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Balanço da primeira semana da 13ª Assembleia Geral Ordinária para o Sínodo dos Bispos

O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, e o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, conversaram com os jornalistas da Rádio Vaticano e fizeram um balanço da primeira semana do Sínodo dos Bispos, no Vaticano, que trata da Nova Evangelização para a Transmissão da Fé.

Acompanhe a íntegra do que foi dito pelos bispos:


“Acho importante dizer que nesta primeira semana, creio que cada um dos padres sinodais teve uma sensação de uma Igreja universal. De uma Igreja que está presente em diversas culturas. Uma Igreja que procura se encarnar concretamente nas diversas realidades, não só América Latina, Europa, Ásia. A grandeza do Sínodo até o momento está em que cada Padre Sinodal pode sentir uma Igreja Católica, na sua diversidade, na sua grandeza, na sua tentativa de encarnar, na sua tentativa de ser presença de muita esperança, e uma presença de Deus. - Dom Leonardo Steiner

Outro elemento talvez importante dessa primeira semana seja o desejo de que a Igreja seja muito mais presente. Uma Igreja humilde, no sentido de não ser uma Igreja que se impõe, mas uma Igreja que anuncia. Uma Igreja humilde como foi humilde a Criança de Belém, o Homem de Nazaré, o Crucificado Ressuscitado. O episcopado latino-americano está trazendo muito presente o Documento de Aparecida. Creio que o Documento possa abrir algumas perspectivas para toda a Igreja Católica”.

“Foi uma semana intensa, após a abertura, que foi muito bonita, com o intervalo no meio para a abertura do Ano da Fé e a comemoração dos 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II, os trabalhos foram intensos desde segunda-feira, 8 de outubro até a noite de sábado, 13 de outubro. - Cardeal Odilo Pedro Scherer

Com a participação de vários Padres Sinodais já deu para formar uma ideia do que se espera da Nova Evangelização, mas também dos vários conceitos que existem. Percebo que não há um conceito unitário sobre a Nova Evangelização. Seria necessário afinar um pouco, mas por outro lado, sente-se urgentemente a necessidade da Nova Evangelização como uma retomada da Evangelização, que em muitos lugares parou, por várias razões, talvez ainda numa mentalidade de cristandade que todo mundo é cristão, todo mundo é católico, e por isso mesmo, o processo de transmissão da fé acontece automaticamente, de geração em geração, a partir da família, da escola, da paróquia. Isto hoje se interrompeu de alguma forma, não inteiramente, mas, em grande parte se interrompeu pelas muitas transformações sociais e culturais havidas nestes últimos tempos, já pelas migrações, o povo das aldeias, das comunidades rurais que foram para as cidades. E isso muda muito a cabeça, as relações humanas e também as relações religiosas e eclesiais, mas por outro lado, as mudanças culturais que colocaram o homem no centro, mais do que o homem, o indivíduo, o sujeito no centro de tudo, de modo que já não está Deus no centro, não está a verdade no centro, não estão os valores absolutos no centro, mas sempre o sujeito, com suas escolhas, os seus gostos, as suas preferências, as suas vantagens. E isso tudo também foi transferido para o campo religioso, de maneira que vale tanto para a não religião, isto é, não querer ter religião, como para a religião ainda praticada, em boa parte, nas muitas formas alternativas de religião que aparecem em que não é Deus o centro, não é a verdade o centro, mas sim os gostos, algumas vantagens. Naturalmente, isto põe a Igreja Católica sob a pressão e a necessidade de rever os seus métodos, suas formas e é necessário retomar a Evangelização de forma renovada, não digo a partir dos conteúdos, porque os conteúdos da Evangelização são sempre o Evangelho, as verdades da fé, as verdades referentes aos valores morais e assim por diante, decorrentes justamente da fé. Porém, o modo de Evangelizar e o modo de se relacionar com o homem atual, com a cultura atual, isso sim muda muito. E é justamente isso que se está procurando no Sínodo, através dos muitos depoimentos, sugestões do que precisa ser destacado, do que deveria ter prioridade, de como fazer com novas iniciativas nas Igrejas locais. Acho que esta primeira semana já foi muito rica. Ela nos deu uma panorâmica de como na Igreja é sentida a necessidade de uma nova Evangelização e também as muitas formas e iniciativas de como essa nova evangelização pode se expressar”.

Fonte: CNBB

Termina 2º Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos

Terminou neste domingo, 14 de outubro, o 2º Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos (Ebruc), realizado em Curitiba, no Paraná. O término do Encontro foi marcado com uma missa especial celebrada pelos bispos, dom Tarcísio Scaramussa, bispo referencial do Setor Universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Moacyr José Vitti, arcebispo de Curitiba  e dom Francisco Biasin, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso.

Antes da celebração, os participantes do 2º Ebruc assistiram a uma apresentação dos três eixos de atuação do Setor Universidades - formação, comunicação e articulação - e o lançamento oficial do site www.universitarioscristaos.com.br.

Oficinas

Na tarde de sábado, 13 de outubro, o segundo dia do Encontro, foi marcado pela realização de oficinas temáticas que possibilitaram espaços de cocriação onde a vivência pessoal de cada indivíduo foi valorizada para a construção de um projeto coletivo. Na oficina de Desenvolvimento Sustentável - meio ambiente Amazônia, organizada pela assessora da Comissão Episcopal para a Amazônia, da CNBB, irmã Maria Irene Lopes dos Santos, os participantes elaboraram juntos um projeto concreto para a realidade amazônica. Na oficina do Núcleo de Estudantes Internacionais e Encontro de Cultura, o bispo de referência do Setor Universidades, dom Tarcísio Scaramussa, ouviu atento as dificuldades dos universitários imigrantes que trouxeram sua experiência para o Encontro.

Políticas públicas para a juventude; Juventude e participação; Integração da pastoral pesquisa e extensão em diálogo com a comunidade; Movimento Estudantil na contemporaneidade - novas possibilidades de formação e mobilização;  Criação cênica; Mídia digital e evangelização; O que o mercado de trabalho espera do jovem universitário; Núcleo de Estudantes Internacionais e Encontro de Culturas; Culturas Africanas;  A Missão Continental vivida na atualidade universitária; Ecumenismo e Diálogo das religiões na universidade; Juventude e Afetividade, Responsabilidade pessoal e ação comunitária; foram outros temas de oficinas dentre as quais os participantes puderam escolher.

Logo após às oficinas, os participantes do Encontro viveram a experiência de areópagos. Diferentes temas de interesse da juventude universitária foram colocados em debate em pequenos grupos. O assessor do Setor de Cultura da CNBB, Aroldo Braga, e o consultor do Setor Universidades, professor Luciano Costa Santos, animaram e organizaram moderadores que coordenaram 14 areópagos simultâneos compostos por participantes das oficinas realizadas anteriormente.

Já na noite de sábado, os universitários assistiram o show da Banda Mais Bonita da Cidade que abriu a programação cultural com show exclusivo para os participantes do Encontro.  No fim da noite foram realizados dois momentos especiais de oração entre os quais os participantes puderam escolher. Um momento orante de música, reflexão e poesia, com a presença de Rafael Jesus, e uma experiência orante em sintonia com o ritmo da comunidade de Taizé organizado por irmã Helena Berton.

Fonte: CNBB

Dois milhões de fiéis pelas ruas de Belém para o Círio de Nazaré

Praça lotada e devotos emocionados: assim se pode definir o clima da missa do 220º Círio de Nazaré, presidida pelo núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni d’Aniello, representante do papa Bento XVI, e concelebrada pelo arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira, na Praça Frei Caetano Brandão, em frente a Catedral Metropolitana da Sé.

Mais de 50 mil pessoas participaram da missa celebrada às cinco horas da manhã. Quase duas horas depois, teve início a principal procissão que reuniu aproximadamente 2 milhões de fiéis.

Para o Núncio Apostólico, o momento foi um experiência única na sua vida. “Foi difícil dormir depois da Trasladação e ficar na espera para viver de novo essa experiência no domingo”, afirmou.

O Círio teve início na sexta-feira, com a primeira das onze romarias que compõem a quadra Nazarena. As homenagens continuam nas duas próximas semanas.

O Círio de Nazaré é uma das maiores festas religiosas do mundo. Realizado em Belém do Pará, há mais de dois séculos, congrega pessoas de todo o país numa caminhada de fé pelas ruas da capital paraense.
 
Fonte: CNBB

Monge beneditino brasileiro recebe prêmio na Itália

Por ter-se distinguido em seu trabalho no plano da interculturalidade e do diálogo de gêneros, e inter-religioso, Dom Marcelo Barros acaba de vencer a primeira edição do Prêmio da Paz instituído pelos municípios da província de Cesena e Forli, no norte da Itália. O prêmio anual é simbólico: consta de um diploma e o ícone de um crucifixo antigo, símbolo da cidade de Longiano.

Marcelo Barros de Sousa tem 58 anos, é um monge beneditino, escritor e teólogo. Nascido em Camaragibe, Pernambuco, numa família de operários, aos 18 anos entrou no Mosteiro dos Beneditinos de Olinda. Em 1969 foi ordenado por Dom Hélder Câmara e, durante quase dez anos, de 1967 a 1976, trabalhou como secretário e assessor de Dom Hélder para assuntos ecumênicos.

Hoje é especializado em Bíblia, membro do grupo fundador do Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos (CEBI). Desenvolve pesquisa teológica sobre a relação do Cristianismo com as religiões negras e indígenas; assessora a Comissão Pastoral da Terra, organismo da CNBB para a presença da Igreja junto aos lavradores.

Em todo o continente latino-americano, é conhecido por ajudar as Igrejas a desenvolver uma reflexão teológica sobre sua missão de solidariedade e inserção junto aos lavradores e sem-terra, e tem sido convidado em diversos países para falar sobre ecologia e espiritualidade holística.

Colabora com revistas brasileiras e de outros países, na América Latina e na Europa. Semanalmente publica artigos sobre espiritualidade ecumênica e desafios da vida, e dentre seus 44 livros publicados, estão ‘Conversando com Mateus’, ‘O espírito vem pelas águas’, ‘A secreta magia do caminho’, ‘Teologia latino-americana pluralista da libertação’, ‘Teologia pluralista libertadora intercontinental’ e ‘Dom Helder Camara - profeta para os nossos dias’.

No Brasil, ele é membro da Comissão pela Diversidade Religiosa na Secretaria Especial da Presidência da República para os Direitos Humanos e, em abril passado, foi eleito secretário para a América Latina da Associação Ecumênica de Teólogos/as do Terceiro Mundo (ASETT).
Ao receber o prêmio, na sede da fundação, Dom Marcelo Barros afirmou que aceitou o prêmio não porque se sentisse merecedor, mas para merecê-lo.


Fonte: Rádio Vaticano
Local: Cesena  
  

Prece missionária

"Senhor, neste dia de Santa Teresa de Ávila, Te agradecemos a convicção com que ela agarrou a missão de renovar a vida dos mosteiros da sua Ordem para que aumentasse a fidelidade à Vida Consagrada. Faz-nos atentos aos sinais do Espírito que nos abre os olhos e o coração às urgências de cada tempo e lugar. Amém"