sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Exposição de obras infantis do museu de Belas Artes da Moa

A MOA International do Brasil convida V. Exª para a cerimônia de
premiação e exposição do XXII Concurso de Desenho Infantil, realizado pelo
projeto de Arte e Cultura do Museu de Belas Artes MOA de Atami - Japão,
que será realizada na Câmara Municipal de São Paulo no Salão Nobre.
 
Data: 8 de Outubro de 2010, às 15:00 horas
Local: Palácio Anchieta Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista – São Paulo - SP

No dia 12 de setembro, a JM de Arapiraca, Alagoas, comemorou seus 6 anos de formação!

Após a catequese de Crisma de 2004 na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, alguns jovens não quiseram perder o convívio e resolveram formar um grupo de Jovens, inicialmente chamado de Ômicro.

No aniversário de 1 ano do Grupo Ômicro, o jovens Wallace e Shirly trouxeram a proposta da Juventude Missionária que iniciava seu trabalho no Brasil, proposta essa que foi abraçada pelos jovens do grupo Ômicro que a partir daí formaram o primeiro grupo de Juventude Missionária do Estado de Alagoas.

Com muitas alegrias, algumas dificuldades e muito crescimento, a JM logo conseguiu o apóio da Paróquia e em seguida formentou a criação de outros grupos em outras Paróquias.

Hoje são três grupos de JM na Igreja Matriz e mais dois grupos nas capelas, com jovens assessorando outros grupos nas Paróquias da Diocese de Penedo e também assessorando a IAM, entretanto é também presente a conciência de que há ainda muita coisa a se fazer pra conseguir levar mais e mais a Boa Nova da Salvação à todos os povos!


Damos Graças e Louvores a Deus pelo SIM e pela dedicação desses Jovens ao Serviço Missionário!

Jovens Missionários, sempre solidários!
Fonte: http://jmalagoas.blogspot.com/

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

“As pessoas querem paz, mas o alto índice de desemprego juvenil é uma verdadeira bomba relógio” - disse à Fides um missionário

“A Serra Leoa fez sem dúvidas progressos nestes últimos anos que devem ser acompanhados pela comunidade internacional” – disse à Fides Pe. Gerardo Caglioni, missionário xaveriano com uma longa experiência em Sera Leoa, comentando a decisão do Conselho de Segurança da ONU o embargo sobre as armas ao país africano.
 
O Conselho de Segurança da ONU apresentou o cancelamento do embargo sobre armas como um sinal de confiança sobre o pleno controle do território por parte do governo de Freetown e sobre o conclusão das operações de desarmamento e de desmobilização das milícias que se enfrentaram numa sangrenta guerra civil concluída em 2002.
 
“A população quer paz, sobre isto não existem dúvidas” – disse Pe. Caglioni. “Ao mesmo tempo, porém, devemos estar atentos a alguns indicadores sociais e econômicos que podem influenciar negativamente sobre a pacificação do país”.
 
“O elevado índice de desemprego juvenil é uma verdadeira bomba relógio” – afirma o missionário, confirmando o que foi dito a Fides por Dom Edward Tamba Charles, Arcebispo de Freetown and Bo, em Serra Leoa (veja Fides 14/9/2010).
“A crise econômica global está tendo um forte impacto em Serra Leoa, porque diminuíram as remessas dos emigrantes, que são muitas vezes a única fonte de sustento para as famílias”, afirma Pe. Caglioni.
 
“Os próprios recursos naturais do país, se não forem bem administrados, podem ser uma fonte de desestabilização”, afirma o missionário. O que estava em jogo durante a guerra de 1991-2002 era o controle das minas de diamante do país. “Além dos diamantes, agora estão adquirindo valor as reservas de ferro, de petróleo, de rutênio e de bauxita. É preciso estar atento para que essas riquezas não traiam o interesses de forças que atuam com poucos escrúpulos, e que acabam por colocar em risco a pacificação nacional”.
“Além disso, lembro que também Serra Leoa se tornou uma área de distribuição da cocaína proveniente da América Latina e destinada à Europa, com as relativas conseqüências para a segurança e o aumento da corrupção”, acrescenta Pe. Caglioni.

Por fim, o missionário fala do papel das confissões religiosas em Serra Leoa: “As várias confissões religiosas, das igrejas cristãs à comunidade muçulmana, tiveram um papel importante em convencer as pessoas a restabelecerem a paz, e depois nas fases iniciais da pacificação. Agora, porém, parecem que perderam um pouco seu papel de agente social de integração, em benefício das estruturas governamentais. Porém, penso que a política sozinha não seja suficiente para prosseguir a obra de pacificação e se deva reavaliar a ação das confissões religiosas”.

Fonte: Agência Fides
Local: Serra Leoa

"Educação e assistência às crianças, assistência de saúde em geral e pastoral aos jovens são os maiores compromissos da Igreja na Etiópia” - diz à Fides o Vigário apostólico de Soddo

Por ocasião do próximo Dia Mundial da Alimentação, que se celebra em 16 de outubro, a Agência Fides encontrou Dom Rodrigo Mejía, SJ, há 4 anos vigário apostólico de Soddo, na Etiópia, um dos países ciclicamente castigados por esta chaga que continua a atingir mais de 925 milhões de pessoas em todo o mundo.

Fides: Como o país vive o problema da fome? Existem programas alimentares de tutela das crianças e das pessoas mais frágeis?
 
Dom Mejía: A fome na Etiópia é um desafio periódico, porque geralmente as pessoas vivem da agricultura; existem poucas indústrias e mais de 70% do país é rural. Depende muito das chuvas. Este ano, choveu muito no sul e menos no norte. Infelizmente, nos últimos vinte anos, verificou-se uma irregularidade das chuvas que não permitiu aos cultivadores estabelecer o período favorável para semear e colher. Um grande problema foi a falta de sistemas de irrigação em ampla escala. Os rios escorrem entre as montanhas, nos vales, mas as terras melhores estão no alto e para alcançá-las, seriam necessárias pompas, o que seria caro demais. Outro fenômeno que se verifica é a fome local. Com efeito, há pequenas regiões de 10-12 km2 em que não chove, e ali, as pessoas têm fome, enquanto pouco distante chove e há o que comer. Infelizmente, na Etiópia, a terra não dá de comer a todos. Neste momento, existem no país 75 milhões de habitantes; depois da Nigéria e do Egito, a Etiópia é o terceiro país mais populoso da África.

Fides: Existem no país programas alimentares de tutela das crianças?
 
Dom Mejía: Como Igreja, além de termos um programa educativo a disposição das crianças, estamos engajados também no campo da alimentação. A cada dia, distribuímos comida a 150 crianças que freqüentam o maternal, e é um grande resultado que nenhuma de nossas crianças tenha morrido de fome. Infelizmente, por outro lado, muitas ficam sem comer, e para ajudá-las, trabalhamos com as Irmãs de Madre Teresa, que recebem doações e dispõem de alimentos, além de terem maior liberdade de distribuição. Realmente, para nós, existe também o problema da distribuição, pois sem a autorização do governo não podemos intervir. É freqüente termos alimentos de reserva e não podermos distribuí-los às pessoas sem autorização. Não nos deixam colaborar como queremos por causa das numerosas ONGs presentes no país, que na realidade, não ajudam sempre muito as pessoas. Temos quase duas mil crianças em 13 maternais e 3 escolas fundamentais, mas não há alimento suficiente para todas.

Fides: A difusão das doenças agravou-se particularmente com a atual falta de água no país?
Dom Mejía: Certamente, principalmente por causa da falta de água limpa. Tenta-se solucionar o problema com a construção de poços escavados à mão até 50 metros e outros, com a ajuda de máquinas, até 120 metros de profundidade. Não temos grandes disponibilidades econômicas, e devemos agir lentamente.

Fides: Como a Igreja intervém na assistência de saúde?
 
Dom Mejía: Temos um hospital geral muito eficiente no vicariato de Soddo com 100 leitos e 5 médicos permanentes, que fornecem serviço de cirurgia, maternidade e pediatria. Temos também 2 clínicas-satélite em duas aldeias, assistidas por religiosas e enfermeiras, que funcionam como postos de saúde. O governo colabora relativamente conosco; somente agora, depois de tantos anos, decidiram pagar dois médicos, mas os professores das escolas são pagos pelo vicariato de Soddo. Devemos sempre pedir autorização e informar sobre tudo o que fazemos. O governo tem poucos recursos; é o regional que deveria nos ajudar. Infelizmente, é uma região muito habitada e não é fácil; são quase 400 habitantes por km2 em áreas rurais, e, ao contrário, é o governo a nos pedir contribuições para construir estradas e pontes. Acham que a Igreja católica é milionária!

Fides: Qual é o seu trabalho concreto no vicariato?
 
Dom Mejía: Como Bispo, ocupo-me de toda a pastoral das 20 paróquias; por ser uma Igreja muito jovem, ocupo-me também da pastoral com os jovens, da catequese, da promoção da mulher, da educação à justiça e aos direitos humanos, que integramos na catequese; de projetos de construção de poços de água. Temos também um escritório que se ocupa de projetos de desenvolvimento, para o qual recebemos muito apoio, ao contrário do que ocorre com a pastoral. As pessoas respondem muito bem à evangelização, há um grande número de catecúmenos. No país existe muita pobreza e desemprego, embora um certo progresso esteja se verificando com a construção de estradas. Multiplicaram-se as escolas e universidades, mas ao terminar os estudos, os jovens não encontram trabalho. O êxodo dos jovens da Etiópia para os países do norte é enorme; tivemos que nomear padres para as comunidades etíopes da Europa e dos Estados Unidos. O problema é que as pessoas vão e não voltam. Ultimamente têm crescido indústrias chinesas, árabes e outras, que estão trazendo um pouco de dinheiro e trabalho, mas não sabemos quanto beneficio isso trará efetivamente ao país.

No vicariato apostólico de Soddo, em 2010, de um total de 4.300.000 habitantes, foram batizadas 115.000 pessoas. As paróquias são 20; os sacerdotes seculares são 22, há 27 religiosos homens e 41 religiosas mulheres.

Fonte: Agência Fides
Local: Etiópia

Apresentada a Jornada Mundial da Juventude 2011

Foi apresentada no Vaticano a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que se realizará em Madrid, de 16 a 21 de Agosto de 2011, com a presença programada de Bento XVI.

"Se cada Jornada Mundial da Juventude é um presente para toda a Igreja, também é, em primeiro lugar, para a Igreja local que a recebe", afirmou o Cardeal Antonio María Rouco Varela, arcebispo da capital espanhola.

A Espanha é o primeiro país a acolher a JMJ pela segunda vez. Em 1989, este evento foi realizado em Santiago de Compostela, quando o Cardeal Rouco Varela era ali arcebispo.

No dia 16 de Agosto de 2011 acontece a Missa de inauguração na Plaza de Cibeles, de Madrid. De 17 a 19 de Agosto, haverá catequeses em diferentes paróquias da capital espanhola.

No dia 18, os jovens darão as boas-vindas ao Papa. No dia 19, tem lugar a Via-sacra e no dia 20, a vigília no aeródromo Cuatro Vientos.

O evento termina no dia 21 de Agosto, com a Missa de encerramento e o anúncio da sede da JMJ de 2014.

A história das JMJ, que se realizam a cada 3 anos desde 1985, "é uma história fascinante, do nascimento de uma nova geração de jovens", disse o Cardeal Stanislaw Rylko, presidente do Conselho Pontifício para os Leigos.

"Temos certeza de que, também desta vez, os jovens responderão ao convite do Papa e Madrid se vai converter no lugar de uma nova epifania, de uma Igreja jovem, radicada e fundada em Cristo, sólida na fé", concluiu.

Fonte: ZENIT

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Juventude pede basta ao Extermínio de Jovens na diocese de Erexim

Neste domingo, 3, centenas de jovens da diocese de Erexim (RS) participaram da missa da terceira noite da novena de Nossa Senhora de Fátima, que deu atenção especial à família e a vida da juventude. Durante a celebração da missa, animados pela força jovem, a multidão gritou: “Chega de Violência e Extermínio de Jovens!”.

A missa campal foi animada pela Pastoral da Juventude da diocese e presidida pelo seu assessor, padre Lucas Golfetto e concelebrada por cinco outros padres. Durante a celebração, os jovens destacaram a Campanha Nacional contra a Violência e o Extermínio de Jovens. Muitos grupos de jovens organizados de várias paróquias da diocese se organizaram com faixas, bandeiras, camisetas, gritos e palmas contra a violência e extermínio de jovens.

erexim0Na homilia, padre Lucas fez referência ao Pe Gisley Azevedo, assessor do Setor Juventude da CNBB, assassinado no ano passado, e a muitos jovens que tombam diariamente por causas violentas. Explicou o cartaz da campanha que apresenta uma mão ensanguentada, símbolo de mãos manchadas de sangue na morte de jovens. Fez, então, consideração especial sobre as mãos, que devem ser empregadas na realização do bem, na defesa e promoção da vida.

Por fim, o sacerdote propôs aos jovens garantir tempo para o cultivo da espiritualidade, pela amizade com Deus na oração, o amor à Eucaristia e a participação em grupos de jovens.

Informações: Casa da Juventude (Caju)

Nossa experiência de COMISE

Há mais ou menos quatro anos atrás, dois seminaristas de nossa Arquidiocese de Pouso Alegre /MG, Odair e Fabiano, hoje já padres, participaram de um curso no CCM (Centro Cultural Missionário) em Brasília e voltaram a nossa Arquidiocese com a semente do COMISE (Conselho Missionário do Seminário). Tal semente foi plantada e já há três anos vem dando frutos. Atualmente nosso COMISE conta com a participação de 15 seminaristas das diversas etapas formativas.

Neste ano de 2010 vivemos mais um fruto que vem produzindo reflexão missionária há três anos: Semana Missionária. Sendo assim tivemos entre os dias 27/09/2010 a 01/10/2010 nossa III Semana Missionária, seguindo o tema proposto pelas POM: “Missão e Partilha”. Ao longo dessa semana, vários padres missionários foram convidados para refletirem temáticas missionárias em celebrações eucarísticas; além de um momento formativo que tivemos com a presença de um missionário da Fraternidade dos Irmãozinhos de Jesus – Charles de Folcaud.

Nosso COMISE vem nesses anos alimentando o espírito missionário em nós seminaristas, através de atividades mensais também: terços missionários, reflexões de documentos da Igreja, visitas missionárias, etc. Além disso temos nosso veículo de informação, um blog: http://www.comisepa.blogspot.com/, onde sempre manifestamos nossas atividades através de textos, fotos e vídeos. Confiram.

Ou somos missionários, ou não somos discípulos de Jesus Cristo, isso é o que alimenta nosso COMISE a sermos discípulos-missionários de Jesus Cristo para que os povos tenham vida.

Fonte: Marcos Eduardo Caliari - 2º ano de Teologia. Arquidiocese de Pouso Alegre MG

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Jornada Mundial da Juventude 2011 recolhe doações

Os organizadores da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontecerá em Madri, Espanha, de 16 e 21 de agosto de 2011, informam que as pessoas e instituições que desejem fazer doações poderão fazê-lo através do site www.muchasgracias.info.

No site, os doadores poderão indicar se querem que suas contribuições vão para os ornamentos litúrgicos, transporte de deficientes físicos, ajuda a jovens de países pobres e outras diferentes opções.

O Diretor de Marketing da Jornada, Gabriel González-Andrío, disse que a ideia é que as pessoas “colaborem com a Jornada na medida das possibilidades de cada um”.

Conforme indicou o site da JMJ, os assistentes do evento ajudarão com dois terços do custo do mesmo, enquanto as empresas patrocinadoras e doações de pessoas particulares cobrirão o terço restante. “O objetivo é gastar o menos possível e recolher o que for necessário, além de fazer economia em todos os gastos”, afirmou Fernando Giménez Barriocanal, diretor financeiro da Jornada.

Fonte: CNBB

Congresso em Roma: conferencistas apontam desafios à imprensa católica

A segunda mesa-redonda do Congresso sobre a imprensa católica, que começou hoje, 4, em Roma, organizado pelo Pontifício Conselho das Comunicações, trouxe a experiência de três jornais diários católicos na França, Itália e Alemanha.

O diretor do diário Avvenire, Marco Tarquinio, ressaltou a dificuldade da Igreja em pautar, na mídia secular, seus temas. Citou como exemplo a visita do papa à Sicília, que reuniu mais de 200 mil pessoas, mas não mereceu espaço nos grandes jornais da Itália. Segundo Tarquinio, a Igreja precisa renovar sua linguagem e usar a internet. Para ele, o mundo real e o virtual podem conviver sem problemas.

“Acho que não será breve o fim da imprensa escrita. É racional estar nos dois meios, no mundo real e no espaço virtual, e experimentar uma interação maior”, disse o diretor.

Já Dominique Quinio, diretora do diário católico francês, La Croix, que existe há mais de 120 anos, apontou a sustentação do jornal, tanto impresso quanto na internet, como um dos desafios para a imprensa católica. No caso da internet, muitos pensam “que a informação não custa nada e cada um pode produzir informação; que todo mundo é jornalista e que basta voluntários para dar livremente de seu tempo”.

Outro desafio é a construção de pontes entre a sociedade e a Igreja quando há tensões. A diretora lembrou, por exemplo, a afirmação de Bento XVI sobre uso de preservativos e a AIDS, em sua visita à África.

“Temos de ser profissionais e os melhores profissionais. Nossa questão é mais; temos um reputação de alto padrão; preferimos a qualidade, a originalidade”, concluiu.

O presidente da Our Sunday Visitor, Greg Erlandson, também apontou três desafios à imprensa católica, além do advento da internet e da diminuição de católicos. O primeiro deles é a falta de conhecimento da fé católica.

“Este não é apenas um problema para os jovens. Na verdade, muitas publicações católicas são dependentes da audiência dos mais velhos, que ainda mantém um conhecimento dos conceitos católicos e terminologia, enquanto muitos católicos, jovens e velhos, têm uma compreensão deficiente do que a Igreja ensina e por que ela ensina”, observou.

Os outros desafios apontados por Erlandson são a crescente perda de credibilidade das instituições, incluindo aí a Igreja, e a diminuição da identidade católica.

Divididos em grupos por identidade de línguas, os 220 participantes do Congresso fizeram um levantamento da imprensa católica nos cinco continentes. A realidade apontou, pelo menos, dois pontos comuns: são raros os países que têm algum jornal diário em nível nacional e todos têm preocupação com a sustentabilidade de seus jornais e outros veículos de comunicação.

Fonte: CNBB

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O "Terço missionário" deve ser mais difundido, sobretudo entre os jovens

Um das mais populares revistas católicas na Polônia, Niedziela, com sede em Czestochowa, publicou recentemente em seu site (www.niedziela.pl) uma pesquisa sobre a presença de grupos do Terço missionário nas paróquias polonesas. Segundo os resultados da pesquisa, 30,26% dos leitores da revista responderam que o grupo do Terço missionário existe na própria paróquia, enquanto que 35,53% dos leitores disseram que esse grupo não existe na paróquia. 


A pesquisa revelou outro fato interessante: 34,21% dos entrevistados disseram que não conheciam o significado pastoral e missionário do terço missionário. "Os resultados da pesquisa indicam que devemos propagar ainda mais a iniciativa do Terço missionário em suas paróquias, e devemos principalmente endereçar a ação pastoral para os jovens", disse à Fides Pe. Jacek Gancarek, diretor das Pontifícias Obras Missionárias da Arquidiocese de Czestochowa.
  
Fonte: Agência Fides
Local: Polônia

Promover a vida consagrada entre os jovens através de testemunhas de quatro congregações

Um monge trapista, um missionário do PIME, uma religiosa das Missionárias Franciscanas de Maria, um membro dos Irmãos Maristas e um sacerdote diocesano ofereceram seu testemunho sobre a vida consagrada a um grupo de cerca de cinqüenta jovens da diocese de Hong Kong. Segundo informa o Kong Ko Bao (boletim diocesano em chinês), a iniciativa teve lugar na paróquia de São Tomás Apóstolo, e foi organizada pela Comissão Diocesana para as Vocações e pelos Decanatos, com o tema "Colocar vida no amor". Os testemunhos foram feitos através de uma representação teatral, acessível aos jovens, e seu objetivo foi apresentar uma dimensão da vida consagrada vivida concreta e quotidianamente. Pe. Giles Chong, OCSO, ressaltou que "a vida contemplativa não impede de progredir segundo os sinais dos tempos. No mosteiro, usamos também as novas tecnologias para lançar a vida monástica"; pe. Luigi Cantoni, do PIME, disse que "a diocese também sofre a carência de clero, mas todavia, tem sempre o dever de enviar missionários ao exterior"; irmã Lucia Mak, FMM, explicou que como se vive segundo os três votos de pobreza, obediência e castidade; fr. John Chong FMS, destacou que ser irmão, sem ter a ordenação sacerdotal, é obediência ao desejo de Deus; pe. Joseph Liu Ah Lun, sacerdote diocesano de Hong Kong, apresentou a história do celibato. Enfim, contaram de sua experiência de peregrinação à França, no Ano Sacerdotal, encorajando os jovens presentes a responder ao chamado do Senhor com coragem. O encontro se encerrou com a oração e a adoração.

Fonte: Agência Fides